Fotografia de Perfil, a minha e a dos meus amigos!

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Num momento da minha vida em que a fotografia teve de tomar um lugar secundário (ou ainda pior), existem ainda pequenos momentos que me fazem lembrar o quanto me deixa feliz fotografar.

Normalmente, a minha fotografia divide-se em vários temas mas, como tema predilecto, tenho o retrato que me motiva mais do que outro qualquer. Seja um retrato de rua, espontâneo ou preparado, é algo que sempre tive prazer em planear ou conseguir capturar naquele momento-chave.

Por norma, aos meus amigos não lhes tiro um retrato com qualquer preparação mas, exceptuando algumas ocasiões, uma situação de espontaneidade é o momento ideal para chegar a um retrato que expõe essa pessoa, como normalmente a vemos no dia-a-dia.

Contudo, e por maior e melhor que seja a nossa vontade, estes retratos podem ou não ser do agrado dos retratados. Assim, como norma peço sempre autorização prévia caso pretenda publicá-los na minha galeria mas envio-os sempre para que possam ser guardados, pelo menos como recordação do momento passado juntos.

No entanto, e para alegria pessoal, em várias situações esses amigos usaram e usam essa fotografia como fotografia de perfil nas redes sociais. Admitindo que essa escolha pondera a forma como nos apresentamos aos nossos amigos e estranhos na Internet, então creio ser correcto presumir que essa foto é, pelo menos, uma das fotografias melhores (senão a melhor) que possuem e que melhor transmite na opinião deles quem são.

É neste momento que transmito os meus agradecimentos aos meus amigos que usam uma fotografia tirada por mim na sua foto de perfil, porque significa que a acharam digna de tal posição e que consegui em alguma forma vos retratar como vocês gostam de se apresentar ao mundo.

Para finalizar, está na altura de mudar a minha foto de perfil, que já tem algum tempo e mais uma vez é tirada por alguém que significa tudo para mim, a minha esposinha! 🙂

Aqui está ela!

Fotografia por Fabíola Silva

Fotografia por Fabíola Silva

O fim de uma pausa, o retomar da paixão

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Porto - Ribeira

 

Muitos de vós que, ocasionalmente, visitavam este meu pequeno canto, devem ter-se apercebido (ou não) da minha ausência. Esta ausência deveu-se a motivos de força maior, isso é verdade, mas a minha paixão nunca esmoreceu e esporadicamente ia conseguindo tirar o pó à minha máquina fotográfica e capturar uns momentos aqui e ali.

Mas a fotografia não se faz apenas de uns “click’s”. Existe muito trabalho de pós-produção que é feito e que consome enormes quantidades de tempo. Ora, como o tempo é algo que não cresce quando é ocupado pelas coisas mais importantes na vida,  a minha fotografia sofreu e os poucos disparos que fiz em cinco meses acumularam-se no meu computador.

Mas hoje, numa pequena aberta, consegui pegar neste registo e dar-lhe um pouco de atenção e trazê-lo até vós, com a promessa de que em breve mais registos e histórias virão uma vez que a minha anual Viagem Medieval está quase a chegar e como sempre as capturas serão abundantes.

Nas Ruas V

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n/a

Finalmente consegui um pouco de tempo para percorrer novamente as ruas da minha cidade de câmara na mão. Se pessoalmente prefiro sair para fotografar nas ruas numa sexta-feira para aumentar as minha hipóteses de boas fotografias, desta feita tive que me contentar com umas horas de sábado à tarde. Apenas duas  imagens merecem estar aqui. Espero que sejam do vosso agrado.

n/a

O “pendurar das botas”…

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É engraçado como o primeiro artigo deste ano tem um sabor nostálgico. É que decidi que era tempo de colocar a minha primeira máquina fotográfica digital (Olympus C-310) na “prateleira” e atribuir-lhe o estatuto de objecto de memória e colecção.

Objecto de libertação

Objecto de libertação

Lembro-me exactamente como a tive: foi prenda de Natal de 2004 dos meus pais e só a consegui porque usamos os pontos do cartão do posto de abastecimento para conseguir baixar o preço. Afinal era um pack, pois vinha com pilhas recarregáveis AA, carregador, cabos de ligação e cd com software…ui….meu Deus…que luxo. Algo impensável agora, o de uma máquina fotográfica vir sem os demais acessórios, não é?!

Mesmo assim, foi um pouco dispendiosa mas, se pensarmos que trabalhou intensivamente durante muitos anos e nunca avariou, podemos dar um pequeno desconto.

Recordo com viva memória o facto de poder fotografar vezes sem conta, sem preocupações de custos com filme ou demora para ver as fotos. Simplesmente fabuloso (na altura)! Afinal de contas, tirei boas fotos com ela e, tendo apenas um zoom 3x e 3 megapixéis e um cartão de memória de 16mb, acho que me desenrasquei bem.

É de grande capacidade! Ou foi! :)

É de grande capacidade! Ou foi! 🙂

Sempre nutri um gosto grande pela fotografia mas foram sempre os custos monetários com os rolos de filme e a sua revelação que limitaram esta paixão, pelo menos até à aquisição desta pequena maravilha. De facto, a máquina apresenta uma lentidão de funcionamento simplesmente desesperante, levando vários segundos entre disparos e uma capacidade de devorar a carga da baterias voraz.

Já sabemos que a evolução tecnológica se move a uma velocidade alucinante e que os equipamentos que na altura eram toleráveis, já o não são hoje.

Este pequeno grande defeito nunca me impossibilitou de conseguir as melhores fotos que podia com esta pequena maquineta. Fotografei inclusive um festival aéreo e capturei boas fotos mas claro que este tipo de fotos me custou muito tempo.

Bee

Por exemplo, perguntem-se como é possível fotografar seja o que for de um festival aéreo com uma máquina tão lenta?

A resposta é tão simples como óbvia…fui ao ensaio no dia anterior, o que me possibilitou antecipar todos os movimentos de aviões, helicópteros e demais veículos. Isto fez toda a diferença! Assim pude procurar o lugar que eu achei ideal para melhor fotografar a acção que decorreu e permitiu-me estar com o dedo no botão à hora certa.

Ladybug

Enfim, as recordações são imensas e não vou maçar-vos mais. Vou simplesmente deixar um apelo para que não deixem morrer as vossas recordações fotográficas num fundo escuro de zeros e uns num disco qualquer de computador, assim como as máquinas que estiveram presentes nesses momentos, pois eu olho para a minha modesta colecção e revejo momentos maravilhosos que passei com elas.

Da mesma forma olho para a minha máquina actual e imagino quais serão as recordações que com ela mais tarde irei recordar.

Cisnes

Remate Final

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É com este centésimo artigo que fecho o ano de 2012 e, seguindo a tradição, está na altura de fazer uma pequena recapitulação deste ano que foi idêntico ao anterior num único aspecto: grandes aventuras!

Faz hoje um ano e alguns dias que decidi continuar com este projecto e torná-lo um pequeno diário da minha “vida fotográfica”. Quem me tem acompanhado, tem uma pequena noção dos pequenos episódios que se passaram mas, entre os melhores, destacam-se alguns como: o casamento do Rui e da Marta (no primeiro lugar do pódio, evidentemente), a série de fotografia de rua aqui mesmo na minha cidade de Viana do Castelo (que nunca terá um fim), a série de retratos “medievais” da Feira Medieval de Santa Maria da Feira, a minha viagem a Istambul e a minha tentativa de me iniciar na fotografia de produto.
Rui & Marta

Creio que fará sentido falar primeiro sobre o evento de maior importância deste ano que foi o casamento que fotografei. Já cobri este evento em detalhe nos seis artigos que escrevi (aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui) mas, se há algo que posso ainda dizer é que foi uma aventura fantástica, que correu bem em todos os pontos e, quem sabe, no futuro, não me surgirá uma nova oportunidade de fazer algo tão ou mais interessante onde poderei aplicar novas ideias e conceitos. Será sempre uma das recordações mais marcantes.

Forever in style

Este ano iniciei-me na fotografia de rua (ou “street photography”, como prefiro chamar-lhe pois tem um som mais melodioso e da minha preferência). Fi-lo como um desafio a mim próprio pois já tinha tentado e saí muito frustrado das minhas primeiras tentativas, pois nem uma foto aproveitei. Se é verdade que tenho prazer em fotografar nas ruas também é verdade que consome muito tempo e, sendo Viana uma verdadeira candidata a “slow city“, as oportunidades não estão ao virar da esquina. Lembro-me de uma vez que num Domingo de manhã, foi necessário chegar bem ao centro histórico para encontrar vivalma. É um trabalho sem fim e que nunca terá um rumo bem definido, a não ser que este projecto seja modificado por mim um dia mais tarde.
Feira Medieval de Santa Maria da Feira 2012

A Feira Medieval de Santa Maria da Feira é um evento anual ao qual tenho ido desde 2004 e que aconselho a todos pois é imensamente rico em inúmeras qualidades. Este ano, mais uma vez, levei comigo a minha máquina para tirar umas fotos mas, desta feita, resolvi concentrar-me em retratos de rua. Encontrar elementos interessantes não é fonte de preocupação mas efectivamente fotografá-los sem que dêem conta e que eu não pareça um paparazzi, não é propriamente fácil, fácil! Mas, no meio de milhares de pessoas lá eu ia encontrando uma pessoa ou outra mais distraída e pronto tinha mais uma bela foto (galeria). Se tudo correr pelo melhor, para o ano estarei novamente por lá.

Yeni Cami (New Mosque)
Istambul, a famosa cidade que se divide por dois continentes (Europa e Ásia) foi por larga margem a mais extraordinária viagem que alguma vez fiz na minha vida. Mas que cidade, repleta de cultura, movimento e história, é um enorme regalo para os sentidos. Nunca estive num local que me admirou todos os dias, em todos os locais e das mais diversas formas. Com apenas quatro dias para visitar todos os principais pontos de interesse, fotografar com calma e tempo foi algo que não me foi possível e, como tal, tive que fazer aquilo que todo o bom português faz, que é desenrascar-me bem e rapidinho pois se queria trazer recordações fotográficas que agradassem teria de me aplicar e não deixar escapar pitada. Sempre que vejo imagens de Istambul fico com saudades de lá voltar durante, pelo menos, um mês acompanhado da minha máquina fotográfica, de algumas centenas de cartões de memória e, obviamente, da minha cara metade. Caso pretendam ver ou rever algumas das fotografias podem fazê-lo aqui nesta galeria.

Artesanato

No decorrer deste ano, foi-me pedido por uma pessoa amiga para fotografar pequenos acessórios para mulher que ela criou para publicar nas redes sociais. Quando me foi pedido, numa fracção de segundo pensei: “acho que já li alguma coisa sobre isso” e disse: “claro que faço e com muito prazer”. Nos dias que antecederam a entrega do material, corri todos os materiais que encontrei na internet que permitiriam fazer um trabalho engraçado e capaz de ficar apresentável. No final, implicou ocupar a secretária do escritório por completo com flash montado com um beautydish no topo e cartolina branca em toda a envolvente para a luz reflectir de todas as direcções. Uma tarde a fotografar, umas quantas horas a tratar as fotos no Photoshop e pronto, foi só enviar por email. Se não se lembram, vejam aqui o artigo que escrevi na altura.

Por último, e não menos importante, quero agradecer à minha Esposa, Família e Amigos, um em especial, o João Rodrigues. Ele tem-me acompanhado em muitas destas aventuras e, caso se perguntem quem executou o vídeo do casamento, foi ele mesmo que aceitou o desafio de fazer o filme e o making off da sessão de solteiros que resultou num trabalho muito engraçado realizado na técnica stop motion. Caso pretendam dar uma vista de olhos pela galeria dele, podem ver aqui.

Em nota de rodapé, digo-vos que este blog teve apenas 1800 visitas durante o ano de 2012 mas, curiosamente, apenas um terço delas foram de Portugal, sendo que o segundo país que tem mais presença é o Brasil, num total de visitantes de 25 países. Como já disse anteriormente, a minha principal motivação para continuar com este projecto não passa pela necessidade de conseguir uma maior audiência mas sim, simplesmente,  usar este blog como forma de expressão do meu trabalho fotográfico.

Desejo-vos um bom ano, sempre melhor que o anterior, cheio de felicidade, saúde e alegria.

Natal…finalmente!

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Christmas Tree

Sim, finalmente! Todos os anos anseio pelo Natal e pelas razões mais comuns e óbvias! São as melhores, não tenho qualquer dúvida!

Como um miúdo pequeno, fico ansioso só de pensar na alegria que é juntarmo-nos à mesa para comer o bacalhau com batatas e dois litros de azeite 🙂 e claro na troca de presentes! Acreditem que não é por receber bens materiais mas sim pelo acto da troca feita com amor e carinho, por todos salpicada com as tropelias dos mais pequenos da família. Simplesmente maravilhoso.

Este ano, ao contrário dos mais recentes, a família ficou mais pequena e isso tira um pouco do brilho do Natal para mim, mas só um pouco, porque sei que ela está connosco…sempre!

Temos de continuar olhar em frente com aqueles que já partiram no coração e deixarmo-nos encher com a alegria de mais uma pequena priminha que vem aí e que, em conjunto com os mais pequenos, vai ajudar a crescer a energia contagiante que anda pelas casas desta família.

Caros amigos de todo mundo (sim, porque este blog tem mais visitas do resto do mundo do que de Portugal), desejo-vos um Santo Natal bem junto da família e dos amigos que são o que mais interessa nesta curta vida.

Fiquem bem!

Pequena embalagem…grandes trabalhos!

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Depois de uma bela série seguida sobre a minha aventura, devem pensar por esta hora que desisti de acabar esta história. A verdade é que, como disse há uns artigos atrás, este ano seria muito mais complicado para mim, continuar a fotografar com a mesma frequência que antigamente. Assim sendo, actualizar o blog fica cada vez mais difícil apesar das aventuras se multiplicarem.

No entanto, escrevo aqui o início do fim desta história, desta feita, sobre o  invólucro para que este trabalho tenha um lugar, um lugar onde descansar enquanto os noivos criam saudades para revê-lo outra vez.

Mais uma vez aqui, tive que criar um conceito diferente do habitual para fazer frente à falta de acesso a material que se encontra apenas disponíveis aos profissionais. Contudo, se tivesse sido diferente, teria saído da linha que tenho seguido neste trabalho.

Por mais ideias que atirasse para o ar, muitas eram impossíveis de concretizar pelas mais diversas razões. Ora não conseguia encontrar o que pretendia ou então não o conseguia fabricar (sim, fabricar)!

E graças a uma fantástica sugestão da minha cara metade, encontrei uma pequena cesta de vime, com tiras de pele a ladeá-la pelas laterais, topo e fundo. E, criando apenas um fundo em veludo para acomodar os álbuns e dvd’s, tudo ficou em perfeita harmonia.

Por incrível que possa parecer, ainda não possuo imagens do conjunto mas isso é algo que mais tarde vos posso mostrar.