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Há alguns meses atrás, um amigo meu fez-me um convite que foi no mínimo intimidante: Fotografar o seu Casamento. Após ter aceite, foi desafiante até ao fim, no mínimo.

Por norma, aceito quase todos os desafios fotográficos que me são apresentados e assim, disse-lhe que sim, desde que se enquadrasse nas minhas possibilidades, pois não tenho acesso a material profissional nem aos recursos que apenas estão disponíveis a profissionais estabelecidos.

Rui & Marta

Depois de uma, duas conversas bem conseguidas, os dados estavam lançados. As características deste casamento fogem à rotina habitual mas achei que seria a oportunidade perfeita para realizar um trabalho diferente.

Rui & Marta
As particularidades pouco comuns deste casamento assentam num vestido de noiva invulgar (uma vez que noiva iria vestida de mordoma com um traje pertencente à herança de família), numa chegada dos noivos em conjunto à igreja e num copo de água muito familiar e pessoal. A cerimónia seria momentos antes do evento principal das romarias da freguesia e, é claro, sob uma temperatura altíssima.

Mas aqui todo o território era desconhecido, desde a sessão de solteiros, à cerimónia e ao copo de água. Mas não faz mal, pois não seria nada que não se conseguisse fazer, ainda que a responsabilidade de fotografar o meu primeiro casamento e sendo esse casamento de um amigo meu, me pusesse os cabelos em pé.

Rui & Marta

Sobre a sessão de solteiros será algo que falarei aqui mais tarde, noutro artigo.

Apenas lhes digo que tudo correu bem, correu muito bem.

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