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Bem, para quem leu o artigo anterior, já sabe do passo de gigante que dei na minha fotografia e o que tem significado para mim.

Ora, como prometido, venho-vos contar as peripécias da sessão de solteiros.

Rui & Marta

Inicialmente, a minha primeira preocupação foi o local onde realizá-la. Precisava de um local onde diversas condições fossem cumpridas, como bons acessos, diversas localizações que permitissem cenários diferentes e ações que permitissem uma grande diversidade de situações. Estabeleci que precisava de mais ou menos três horas, duas pessoas para me acompanhar e basicamente todo o material que tenho, lentes, flashes, tripé, tripé de sombrinha, sombrinha, etc.

Rui & Marta

Mas afinal como poderia eu chegar ao dia combinado para a sessão e trabalhar com confiança e conhecimento de forma a transmitir esta sensação aos noivos? A resposta foi simples: pedi a um casal amigo para servirem de modelos e simplesmente executei previamente o que tinha planeado.

Rui & Marta

Assim, consegui passar por todos os problemas e, em casa, ver o que funcionava ou não e os erros que cometi. Cheguei assim ao dia e consegui fazer a sessão da forma mais profissional possível e com o sucesso pretendido.

E quem disser que a vida de fotógrafo é “canja laranja”, pode tirar o cavalinho da chuva porque no fim da sessão estava apenas com a energia necessária para ir para casa e efectuar as minhas rotinas de cópias de segurança e estender-me ao comprido porque tinha as “costas num oito”.

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