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Depois do “ontem” temos sempre o dia seguinte e foi com uma grande motivação e satisfação que me sentei no posto de trabalho (trabalho? nem lhe consigo chamar isso) e comecei a percorrer as fotografias do dia anterior. Num misto de nervosismo  e excitação, percorri as centenas de fotos e iniciei o processo de selecção.

Rui e Marta

Este processo de selecção deve ser feito já com a construção do álbum em mente e deve ser realizado por fases e de forma a garantir a continuidade temporal e a criar um “storyboard”. Afinal de contas, a construção do álbum é o processo que nos vai permitir construir o elemento que vai contar a história do dia mais importante de duas pessoas.

Para este álbum decidi dar-me ao luxo de criar todos os seus elementos constituintes e assim criar algo único e mais interessante para os noivos do que algo que fosse saído dos modelos que existem nos softwares de criação de álbuns. Toda esta atenção aos pormenores poderá fazer a diferença numa altura em que diferenciarmo-nos de outros fotógrafos é mais difícil do que possamos pensar.

Rui e Marta

Os fotógrafos de casamento profissionais chegam a realizar, hoje em dia, produções in loco e em pós-produção de nível muito elevado, levando para o local diversos elementos e material que quase transformam o evento numa pequena produção hollywoodesca.

Rui e Marta

Mas os outros são os outros e eu tenho por hábito preocupar-me primeiro com o meu trabalho e depois com o dos outros. O que eu faço é por paixão à fotografia e nada mais!

E assim, mergulhei no computador a tratar cada uma das fotos para mais tarde emergir com algo que seja pelo menos agradável à vista daqueles que o vão guardar para sempre.

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