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Depois de uma bela série seguida sobre a minha aventura, devem pensar por esta hora que desisti de acabar esta história. A verdade é que, como disse há uns artigos atrás, este ano seria muito mais complicado para mim, continuar a fotografar com a mesma frequência que antigamente. Assim sendo, actualizar o blog fica cada vez mais difícil apesar das aventuras se multiplicarem.

No entanto, escrevo aqui o início do fim desta história, desta feita, sobre o  invólucro para que este trabalho tenha um lugar, um lugar onde descansar enquanto os noivos criam saudades para revê-lo outra vez.

Mais uma vez aqui, tive que criar um conceito diferente do habitual para fazer frente à falta de acesso a material que se encontra apenas disponíveis aos profissionais. Contudo, se tivesse sido diferente, teria saído da linha que tenho seguido neste trabalho.

Por mais ideias que atirasse para o ar, muitas eram impossíveis de concretizar pelas mais diversas razões. Ora não conseguia encontrar o que pretendia ou então não o conseguia fabricar (sim, fabricar)!

E graças a uma fantástica sugestão da minha cara metade, encontrei uma pequena cesta de vime, com tiras de pele a ladeá-la pelas laterais, topo e fundo. E, criando apenas um fundo em veludo para acomodar os álbuns e dvd’s, tudo ficou em perfeita harmonia.

Por incrível que possa parecer, ainda não possuo imagens do conjunto mas isso é algo que mais tarde vos posso mostrar.

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